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domingo, 29 de dezembro de 2013
f. rey
Pedro Matos
![]() Mesmo que me prive a palavra, mesmo que não mire em meus olhos, eu sempre vou insistir. O vento vai ferir teus ouvidos até que se disponha a entender as coisas simples que não queres mais ouvir de mim. Eu te amo! Pedro Matos |
f. rey
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Li Michel
![]() Onde estás? Li Michel Onde teus cabelos, teu sorriso... ... Onde teu olhar? Partiram de mim, de repente... Recordo aqueles tempos de luares e mares. De perfumes e toques embriagadores. De paz e de guerras. Ah, meu coração se enchia com teu gozo, meu corpo relaxava ao teu amor. Lembranças... Quantas noites a vagar sem destino. Onde a rima, onde o prumo? Onde apoitar minha nau? Sem teu farol a me guiar por mares revoltos, me escondo de mim mesmo. Minha realidade nos teus sonhos. Tudo era bonito, nada era real. Teu caminhar felino, teu espreguiçar lânguido, teu jeito de me apaixonar. Oh sonhos!!! Difícil é te perder antes de te encontrar... |
Roldão Aires
![]() IMPRESSÃO Pairava no ar algo diferente, olhava atento e nada vinha a mente. Silêncio profundo, folhas sobre a mesa. Um perfume suave, sentia-se constante. A janela abrí, para o sol entrar tive a impressão, de que alguém ali estava, sentia-se a presença de algo. O ar era diferente, o ambiente vago. Ao remexer os papéis, um recado havia, já amarelado, não tinha idéia de quem o ali pusera, busquei lê-lo, seu conteúdo era apaixonado. Vi então, que a presença por mim sentida, era a tua, mesmo longe, teu perfume vinha. E teu amor,achava-se ao meu lado. Roldão Aires Membro Honorário da Academia Cabista |
sexta-feira, 27 de dezembro de 2013
ZéReys – poeta do profundo.
![]() Na minha razão de ser Eu queria entrar Pelos teus olhos como luz. E excitar-te percorrendo na Intra pele de teus ombros, Percorrer diluído por teus braços, escorregar-te pelos lábios E girar-me em torno de teus seios… aportar-me no bico de teus mamilos, Como se flutuasse sobre a estátua do redentor. E na delícia deste acariciar… Ver o mar. As garças branquinhas, Absolutamente sem peso, Voando na brisa, Com o vento a me levar Os pensamentos. Eu queria agora… Estar-te por dentro. Neste sonho em que tudo posso, dádivas de poetas desamados, Viro pássaro e reviro gotas Novamente. Retorno liquido, Embebedo essências, transformo-me em glóbulos de poesia, Da qual meu coração pulsa, E te recrio, e te aludo à vida do dia, E vivo poeta, poema de existir! ZéReys – poeta do profundo. |
ZéReys - poeta do profundo.
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