![]() CHÃO DE PAPEL Pudesse o mundo ser esta página em branco Este chão de papel onde me dou à loucura E tu serias no desvario dos dedos A deusa do meu canto Seminal e pura! Pudesse eu reescrever o nada E em ti outro mundo cantaria Metáfora-mulher amada! Valter Guerreiro |
segunda-feira, 8 de julho de 2013
Valter Guerreiro
¬ J. G. de Araujo Jorge ¬
![]() A Dedicatória Este meu livro é todo teu, repara que ele traduz em sua humilde glória verso por verso, a estranha trajetória desta nossa afeição ciumenta e rara! Beijos! Saudades! Sonhos! Nem notara tanta cousa afinal na nossa história... E este verso - é a feliz dedicatória... onde a minha alma inteira se declara... Abre este livro... E encontrarás então teu coração, de amor, rindo e cantando, cantando e rindo com o meu coração... E se o leres mais alto, quando a sós, é como se estivesses me escutando falar de amor com a tua própria voz! ¬ J. G. de Araujo Jorge ¬ |
Valter Guerreiro
![]() As coisas são outra coisa que não a forma como as penso, as sinto e as desejo mas o amor de que te amo é o modo como te penso, te sinto e te desejo! Valter Guerreiro |
segunda-feira, 1 de julho de 2013
Poeta Dolandmay
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Poeta Dolandmay
![]() DEPÓS O INVERNO Aos sóis, num tempo de desventura, Pregado ao amor e a tristeza, O lírio ao vento espalha a beleza, Formando-se paixão sem amargura... Eleva-se, e cantiga, a lua-ventura Das noites pratas, e, quanto mais acesa Clareia aos campos em realeza Juntando-se as flores sua candura... E pecados não se ouvem de perverso; Os bálsamos dispersam o reverso, O jardim é um só complexo de fulgor... As estrelas se completam as amadas, E na fragrância azul das alvoradas Renasce dentre as cinzas uma nova flor! Poeta Dolandmay |
(Roldão Aires)
![]() Chama Chama viva de um amor maior, mulher paixão, que ao meu eu domina. Vives rondando o meu coração, fazendo, um passeio que é rotina. Mal sabes como o meu querer,te busca mal sabes o amor que em mim habita. Se soubesses terias para mim toda atenção, ou então, se tudo fosse mentira, partirias e deixarias de iludir um coração. (Roldão Aires) Membro Honorário da Academia Cabista. (ACLAC) |
Jorge Gonzalez
![]() Poemas que escribo al amanecer de los caminos cuando la luna aun no se ha perdido en las montañas de mi tierra cuando asoma cómodamente el sol y los paja ros nos deleitan con sus cantos como un son Quiero desde mis palabras...un recuerdo a un solitario espero que se convierta en mi compañero de fatigas de juegos sin medida...de amores sin razónes Poemas solitarios...y dulces momentos de silencio los que oía al atardecer cuando las mujeres volvían no he olvidado el sonido de sus pisadas...ni la palabra usada Jorge Gonzalez |
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